segunda-feira, 29 de abril de 2013

Aula de Arte - Professora Adriana Cancian

 
 

ARTE - Professora Adriana Cancian

Tema: Cinema vai à escola                                          16/04/2013
Filme: Vem dançar
Aula: Dança de salão e valsa
 
 
Objetivos:
- Vivenciar movimentos corporais da dança de salão / valsa.
- Discutir sobre postura, toque e olhar dos dançarinos/alunos.
- Estabelecer relação entre a postura da dança e o cotidiano.
 
 
 
 
 
 
 




Sala de Leitura



Inauguração dia 18/04/2013






Mimos entregue aos professores

Apresentação dos projetos.

Professoras Ana Augusta e Maria Teresa.

Fala da Diretora Marluce

Professores socializando a maleta de leitura

Café colonial




Alunos do período noturno visitando a sala.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Água um recurso limitado.



Em comemoração à Semana da Água, os alunos do terceiro ano A do período da manhã do ensino médio, da Escola Estadual Newton Prado, produziram um filme. A coordenação dos trabalhos foi realizada pela Sra. Profa. Alessandra Ortega e os alunos que participaram desta produção foram: Adelan Chagas, Caline Adorno, João Marcos, Cinthia Santos, Kelvin Rodrigues, Maxwel Borges e Michele Sgarbossa

quarta-feira, 6 de março de 2013

Aula de ciências 6º ano.

Tema: "INVESTIGANDO UM AMBIENTE"

Professora Simone

Objetivo: Identificar os seres vivos e os fatores não vivos do ambiente.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

BULLYING

1- O QUE É BULLYING?

O bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas.   Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância significa dizer que, de forma "natural" os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.


2- QUAIS SÃO AS FORMAS DE BULLYING? NORMALMENTE, EXISTEM MAIS MENINOS OU MENINAS QUE COMETEM BULLYNG?

As formas de bullying são:
- Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, "zoar")
- Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima)
- Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar)
- Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar)
- Virtual ou Ciberbullying (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet etc.)

Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis. Já as meninas, costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente doméstico.


3-  EXISTE ALGUMA FORMA DE BULLYING QUE SEJA MAIS MALÉFICA? O CIBERBULLYING É PIOR DO QUE O BULLYING TRADICIONAL?

Uma das formas mais agressivas de bullying, que ganha cada vez mais espaços sem fronteiras é o ciberbullying ou bullying virtual. os ataques ocorrem por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras, máquinas fotográficas, internet e seus recursos ( e-mails, sites de relacionamentos, vídeos). Além da propagação das difamações serem praticamente instantâneas, o efeito multiplicador do sofrimento das vítimas é imensurável. O cyberbullying extrapola, em muito, os muros das escolas e expõe a vítima ao escárnio público. Os praticantes desse modo de perversidade também se valem do anonimato e, sem nenhum constrangimento, atingem a vítima da forma mais vil possível. Traumas e consequências advindos do bullying virtual são dramáticos.
 

4. QUAL O CRITÉRIO ADOTADO PELOS AGRESSORES PARA A ESCOLHA DA VÍTIMA?

Os bullies (agressores) escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, seja por situação socioeconômica, situação de idade, de porte físico ou até porque numericamente
estão desfavoráveis. Além disso, as vítimas, de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.). Este fato por si só já as torna pessoas com baixa
autoestima e, portanto, são mais vulneráveis aos ofensores. Não há justificativas plausíveis para a escolha, mas certamente os alvos são aqueles que não conseguem fazer frente às agressões sofridas.



5. QUAIS AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE LEVAM OS JOVENS A SEREM OS AGRESSORES?

É muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez que existem motivações diferenciadas:
1. Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar.

2. Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os
modelos domésticos na sociedade.
3. Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A violência
praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.
4. E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base estrutural
de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.


6. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE UMA VÍTIMA DE BULLYING PODE ENFRENTAR NA ESCOLA E AO LONGO DA VIDA?

As consequências são as mais variadas possíveis e dependem muito de cada indivíduo, da sua estrutura, de vivências, de predisposição genética, da forma e da intensidade das agressões. No entanto, todas as vítimas, sem exceção, sofrem com os ataques de bullying
(em maior ou menor proporção). Muitas levarão marcas profundas provenientes das agressões para a vida adulta, e necessitarão de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para a superação do problema.
Os problemas mais comuns são: desinteresse pela escola; problemas psicossomáticos; problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

DIREÇÃO DA E.E. NEWTON PRADO REALIZOU REUNIÃO COM OS PAIS E RESPONSÁVEIS PELOS ALUNOS DE 6º ANOS.

Reunião realizada no dia 21 de fevereiro de 2013.










 A SOMA DOS TALENTOS
 SE A NOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA NOTA QUE FAZ UMA MÚSICA.”
… NÃO HAVERIA SINFONIA.
SE A PALAVRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PALAVRA QUE PODE FAZER UMA PÁGINA.”
… NÃO HAVERIA LIVRO.
SE A PEDRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PEDRA QUE PODE MONTAR UMA PAREDE.”
…NÃO HAVERIA CASA.
SE A GOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA GOTA DE ÁGUA QUE FAZ O RIO.”
…NÃO HAVERIA O OCEANO.
SE O GRÃO DE TRIGO DISSESSE:
“NÃO É O GRÃO QUE PODE SEMEAR O CAMPO.”
…NÃO HAVERIA COLHEITA.
SE O HOMEM DISSESSE:
“NÃO É UM GESTO DE AMOR QUE PODE SALVAR A HUMANIDADE.”
JAMAIS HAVERIA JUSTIÇA E PAZ, DIGNIDADE E FELICIDADE NA TERRA DOS HOMENS.
COMO A SINFONIA PRECISA DE CADA NOTA,
COMO O LIVRO PRECISA DE CADA PALAVRA,
COMO A CASA PRECISA DE CADA PEDRA,
COMO A COLHEITA PRECISA DE CADA GRÃO DE TRIGO,
A HUMANIDADE INTEIRA PRECISA DE TI,
ONDE ESTIVERES, ÚNICO E, PORTANTO, INSUBSTITUÍVEL.
COMO O FUTURO DO NOSSO PAÍS, PRECISA DA EDUCAÇÃO,
A FAMÍLIA E ESCOLA PRECISAM ESTAR JUNTAS, PARA
COMPARTILHAREM A ALEGRIA DO SUCESSO.
OBRIGADO POR ESTAREM CONOSCO, SOMANDO TALENTOS, MULTIPLICANDO SORRISOS, COMPARTILHANDO ALEGRIAS.

O QUE MUDA COM O ACORDO ORTOGRÁFICO



O QUE MUDA COM O ACORDO ORTOGRÁFICO.

Alfabeto – ganha 03 letras (k, w e y).
Trema – desaparece em todas as palavras. O acento só será encontrado em nomes próprios.
ACENTUAÇÃO
• Eliminação do acento agudo nos ditongos abertos – ei e oi – das palavras paroxítonas. Ex.: ideia, assembleia, hebreia, Coreia, etc.
Obs.: a acentuação mantém-se nas palavras que apresentam as condições descritas na regra, mas que são oxítonas: anéis, fiéis, papéis, etc.
• Eliminação do acento agudo nas palavras paroxítonas com i e u tônicos precedidos de ditongos.  Ex.: feiura, baiuca, etc.
Obs.: a acentuação mantém-se nas palavras que apresentam as condições descritas na regra, mas são proparoxítonas (maiúsculo, feiíssimo, cheiíssimo) ou possuem i e u não precedidos de ditongo (aí, cafeína, saída, saúde, país, viúvo, saístes, saúva).
• Eliminação do acento agudo das palavras paroxítonas que possuam u tônico precedido das letras g ou q, seguidas de e ou i. Ex.: averigue, apazigue, apaziguem.
• Eliminação do acento circunflexo nos encontros vocálicos oo e ee. Ex.: voo, enjoo, moo, perdoo, creem, deem, leem, etc.
• Eliminação do acento diferencial das palavras homógrafas (mesma grafia, porém sentido diferente). Ex.: pára (verbo parar) e para (preposição). Agora não há mais o acento diferencial.
HÍFEN
• Eliminação do hífen em palavras compostas, cuja noção de composição, em certa medida, se perdeu. Ex.: paraquedas (antes pára-quedas), mandachuva (antes manda-chuva), bateboca (antes bate-boca), etc.
• Eliminação do hífen em vocábulos derivados por prefixação, cujo prefixo terminar em vogal e o segundo elemento iniciar-se por consoante. Ex.: contrarregra (antes contra-regra), extrarregular (antes extra-regular), ultrarromântico (antes ultra-romântico), etc.
• Eliminação do hífen em vocábulos derivados por prefixação, cuja vogal final do prefixo é diferente da vogal inicial do segundo elemento. Ex.: extraescolar (antes extra-escolar), autoaprendizado (antes auto-aprendizado), autoescola (antes auto-escola), etc.
• Manutenção do hífen em palavras compostas por justaposição cujos elementos constituem uma unidade semântica, mas mantém uma tonicidade própria; e em compostos que designam espécies botânicas e zoológicas. Ex.: ano-luz, arco-íris, decreto-lei, médico-cirurgião, amor-perfeito, tio-avô, abaixo-assinado, erva-doce, etc.
• Manutenção do hífen em vocábulos derivados por prefixação cujo elemento iniciar-se por h. Ex.: pré-história, super-homem, etc.
• Manutenção do hífen em vocábulos derivados por prefixação cuja consoante final do prefixo é r e o segundo elemento também iniciar-se por r. Ex.: hiper-reativo, super-resistente, super-requintado, etc.
• Inclusão do hífen em vocábulos derivados por prefixação cujo prefixo terminar por vogal igual à vogal inicial do segundo elemento. Ex.: micro-ondas, anti-inflacionário, arqui-inimigo, mega-ação, etc.
Resumo geral do uso do hífen
PREFIXOS USA HíFEN NãO USA HíFEN
Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual a última do prefixo: auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperialista, micro-ondas, mini-hotel
Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom
Hiper, inter, super Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional Em todos os demais casos: hiperinflação, supersônico
Sub Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano Em todos os demais casos: subsecretário, subeditor